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1990
Investimentos em treinamento, produtividade e rendimento dos equipamentos.
Investimentos na linha dos produtos de maior valor agregado.
1991
Incentivo para projetos de pesquisa, visando ao aumento da oferta de inox.
Foto: clipping Abrahão Caran Filho

Visita à oficina mecânica da Usina, por ocasião da implantação do CCQ – Círculos de Controle de Qualidade
1992
A Empresa é privatizada.
Criação do Núcleo de Desenvolvimento Técnico Mercadológico do Aço Inoxidável.
Tem início a expansão da capacidade produtiva da Empresa, por meio de investimentos em treinamento, produtividade e rendimento dos equipamentos.
Foto: clipping Abrahão Caran Filho

Antônio Abrahão Caran Filho (à esq.), Carlos Reis e Barros de Castro batem o martelo, encerrando a privatização da Empresa, no Salão de Pregões da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 23/10/1992
1993
A capacidade de produção anual é de 120.000t de aços planos inoxidáveis para cutelaria, bens de consumo duráveis, construção civil, transporte, máquinas e equipamentos industriais e moedas, sem concorrência na América Latina.
Foto: Daniel Mansur
Área de redução da Usina
1994
Modelo de gestão da Empresa assegura a obtenção do Certificado ISO 9002 – Excelência no Atendimento ao Cliente, concedido pela ABS Quality Evaluations Inc.
A Empresa cria a então Fundação Acesita para o Desenvolvimento Social, atual Fundação ArcelorMittal Acesita atuando nas áreas de educação, cultura, meio ambiente promoção social e capacitação profissional.
Foto: Daniel Mansur

Fundação ArcelorMittal Acesita, Timóteo, MG
1996
Avanço na direção de três importantes objetivos: a modernização tecnológica da Empresa, a implantação de uma nova configuração industrial e a continuidade da expansão do seu segmento de aços elétrico e inoxidáveis – produtos com maior valor agregado.
Foto: acervo ArcelorMittal Inox Brasil

Os virabrequins produzidos pela forjaria saem para indústrias automotivas do país e do exterior
1997
Modernização da planta, expansão da Usina de Sá Carvalho e construção do Instituto de Artesãos de Timóteo, cujo nome, mais tarde, passaria a ser Instituto do Inox.
A Empresa concebe e passa a incentivar o projeto "Timóteo, Capital do Inox", com o objetivo de tornar o município um centro fornecedor de produtos e serviços a partir do aço inoxidável.
O projeto é parceria com a Prefeitura de Timóteo, Sebrae, Indi e Aciati (Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Serviços de Timóteo) e é coordenado pela ADT – Agência para o Desenvolvimento de Timóteo.
Surge o Instituto do Inox, uma parceria entre a ArcelorMittal Inox Brasil, por meio da Fundação ArcelorMittal Acesita, e Associação dos Aposentados e Pensionistas de Timóteo (AAPT) .
Foto: acervo ArcelorMittal Inox Brasil

Inauguração do Instituto Inox
Foto: Daniel Mansur

Instituto Inox
1998
Com investimentos da ordem de US$ 600 milhões, a empresa conclui, no segundo trimestre de 1998, a sua quarta expansão, elevando a capacidade da linha de inox das 160.000t/ano para 290.000t/ano.
A Empresa se associa à Usinor. O acordo com os fundos de pensão traz um investimento de R$ 1,02 bilhão, que reforça a estrutura de capital, acelera seu desenvolvimento empresarial e fortalece seu posicionamento estratégico.
Foto: clipping Abrahão Caran Filho

Produtos prontos para distribuição, Timóteo, MG
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