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1971
Inauguração da fábrica de oxigênio Chicago Pneumatic, de 800m³/hora, e da fábrica de oxigênio Hitachi, de 2.000m³/hora.
Início do processamento de dados na Acesita.
Técnica em eletrônica, Michelle Tetard, representante da ARC Eletronic.
Timóteo, MG.

Foto: acervo pessoal Frederico Meyer.
1972
Primeira corrida de aço no convertedor LD de fabricação Voest, inauguração do trem de chapas mecanizado e início do funcionamento dos poços a gás.
Encerra-se a segunda fase de expansão, que eleva a capacidade da Acesita para 300.000t/ano.
Tem início a gestão de Amaro Lanari Guatimozim, que enfrentará um grande desafio na conquista do inox: as empresas fabricantes do produto guardam o segredo tecnológico a "sete chaves" e relutam em prestar assistência técnica à Acesita. A criatividade tecnológica da Empresa se manifesta nessa oportunidade e seu corpo técnico se desloca pelo mundo em visita às empresas líderes do setor na Europa, Estados Unidos e Japão.
Foto: acervo pessoal Frederico Meyer

Amaro Lanari Guatimosim e Saulo Tárcia percorrem as instalações da Acesita. Timóteo, MG, década de 70
1974
Montagem do forno de sola caminhante Heurtey e reinício do funcionamento do trem 24mm.
Inauguração da escarfagem a quente Lind – Union Carbide, primeira máquina a ser instalada na América Latina.
A nova decapagem química é colocada em funcionamento.
Criação da Forjas Acesita e da Itavale.
O intenso ritmo de expansão da Acesita traz novas demandas de carvão vegetal. Para garantir o fornecimento regular do reduto siderúrgico, intensifica-se a compra de vastas áreas de terra – para reflorestamento e produção de carvão de madeira – no Vale do Jequitinhonha. A nova escala de atividades no setor gera a criação da subsidiária Florestal Acesita S.A.
Foto: acervo Empresa.

Área de reflorestamento
1975
Retorno dos integrantes da missão 3/1 que estagiaram nas usinas da Daido Steel, em Nagoya, Japão.
Primeira missão junto à Armco para detalhar o programa de treinamento dos funcionários que trabalharão junto aos equipamentos.
Segunda missão japonesa.
Foto: acervo pessoal Saulo Tárcia.

Geraldo Ênio, José Luis Pimenta, Décio e José Waltencir, durante missão técnica da Acesita no Japão.
1976
Terceira missão japonesa, com representantes da Nipon Steel Corporation e Daido Steel Corporation.
Início da montagem e testes dos equipamentos de laminação de aço inoxidável com técnicos estrangeiros.
Foto: acervo Empresa.

Visita da missão japonesa ao escritório da Acesita no Rio de Janeiro
1977
Entra em funcionamento a linha Sendzimir de laminação a frio de chapas inoxidáveis a partir de bobinas laminadas a quente importadas. A unidade é pioneira na América Latina e um marco do início da produção do aço inoxidável.
Tem início a terceira expansão e a formação do atual complexo empresarial da Acesita.
Foto: acervo pessoal José Cordeiro Neves.

Laminador Sendzimir: laminador a frio para aço inoxidável e silcioso de grão orientado e não-orientado.
1978
Operação industrial da Forjas Acesita, com colocação de produtos no mercado.
Início de funcionamento do convertedor AOD, com capacidade de 120.000t/ano de aço inoxidável. Montagem da nova aciaria, com laminação de tiras a quente e laminação a frio de grão orientado.
A laminação a frio abastece o mercado interno de aço inox, aliviando a balança comercial do País. Produção: 42.687t de chapas e bobinas.
Foto: acervo Empresa.

Laminador desbastador, componente da linha de tiras a quente, a qual permitiu integrar a produção da usina de aço líquido ao produto acabado. Timóteo, MG.
1979
Início de funcionamento da nova aciaria e do alto-forno nº 2, o maior do mundo a carvão vegetal, com capacidade para 900t/dia.
Entram em operação a nova fábrica de oxigênio; laminação a frio de silício de grão orientado: convertedor LD de 75t; laminador de tiras a quente Steckel e lingotamento contínuo nº 1.
Foto: acervo pessoal Rui Santiago.

Início da operação de laminação de tiras quente. Timóteo, MG.
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