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1951

Em setembro, com a inauguração da Usina Hidrelétrica de Sá Carvalho, entra em operação a Aciaria Bessemer, dando início à produção de aços comuns e especiais. Em novembro, é laminado o primeiro lingote no trem desbastador 24mm.

O Banco do Brasil converte os créditos do financiamento em participação societária e se transforma no sócio majoritário, com 78% do capital social da companhia.

 

Foto: acervo Empresa

Barragem de Antônio Dias, da Usina de Sá Carvalho.

 


 

1952

 

Em abril, entra em atividade o célebre trem de chapas manual, equipamento importado dos Estados Unidos que transforma as platinas de laminação de barras em chapas. A produção, porém, ainda é de aços comuns.

É inaugurado o trem de laminação de chapas manual e entra em operação o alto-forno elétrico n° 1.

O controle acionário é transferido para o Banco do Brasil.

É instalado o escritório regional na capital paulista.

 

 

Foto: arquivo central do acervo Empresa.

Operação de laminação no trem de chapas manual. Timóteo, MG, 1952.


 

1955

 

A Acesita inicia a fabricação de chapas de aço silicioso. Contrato de aquisição de equipamento, assistência técnica e patente com Walzwerk Newiges.

Em outubro, é inaugurado o terceiro grupo gerador de Sá Carvalho (18.000kW).

A Acesita passa a contar com representação regional em Porto Alegre.

 

 

Foto: acervo Empresa.

Lingoteiras acionárias.

 


 

1956

 

A Acesita é declarada "empresa de interesse militar" para o País, por decreto federal publicado em 15 de outubro.

 

Foto: acervo pessoal Frederico Meyer.

Alto-forno n° 1. Timóteo, MG.

 


 

1957

 

Em outubro, é inaugurado o forno Newiges, primeira instalação na América Latina para fabricação de chapas elétricas para motores e transformadores.

Conclusão do silo para 80.000m³ de carvão vegetal e do prédio do almoxarifado central.

Inauguração da estação de tratamento de água.

A Acesita busca manter sua estabilidade financeira e tem início o primeiro plano de expansão.

 

 

 

Vista parcial do edifício do forno Newiges.


 

1958

 

A forjaria passa a produzir peças para a indústria automobilística, em sintonia com a política do então Presidente da República Juscelino Kubitschek.

A Acesita passa a contar com representação regional em Recife.

 

Foto: acervo Empresa.

Montagem da fábrica de oxigênio.

 


Prédio da antiga fábrica de oxigênio.


 

1959

 

Inauguração do forno elétrico nº 3 da aciaria – com capacidade para 30 t/corrida – e da fábrica de oxigênio.

A ampliação da fundição permite, além do abastecimento da Usina, produzir peças para comercialização no mercado nacional.

As exportações de gusa crescem no período, com a entrada do Japão entre os compradores.

 

 

Foto: acervo Empresa.

Construção do edifício de laminação de barras.



 

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